11mai/120

Setor de higiene, perfumaria e cosméticos cresce 18,9% no país

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Os dados divulgados pelo Instituto Euromonitor mostram que o setor brasileiro de HPPC (Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos) faturou em 2011 mais de 43 bilhões de dólares – preços ao consumidor. O total é 18,9% maior do que o faturamento de 2010, quando a indústria movimentou US$ 36,187 bilhões. O Brasil registrou o maior crescimento percentual entre os top 10 mercados do setor. O segundo maior aumento percentual foi da Rússia, com 14,7% de expansão no comparativo entre 2011 e 2010.

Mundialmente a indústria de HPPC cresceu 9,84%, movimentando US$ 425,8 bilhões contra US$ 387,7 bilhões em 2010. Juntos os dez principais países do setor foram responsáveis por 64,1% do faturamento total, ou US$ 272,98 bilhões.O Brasil possui 10,1% de market share global, contra 11,1% do Japão e 14,8% dos Estados Unidos. Em quarto lugar está a China (6,5% de market share), seguida de Alemanha (4,5%), França (4,1%), Reino Unido (4%), Rússia (3,3%), Itália (3%) e Espanha (2,6%). Na América Latina o Brasil mantém a liderança, com 58% de market share da região.

Na análise do Euromonitor (preços ao consumidor), entre as macro categorias o Brasil manteve a primeira posição no ranking mundial de desodorantes e fragrâncias. O país é vice-líder em produtos infantis, higiene oral, produtos masculinos, produtos para cabelo e banho.Nas subcategorias o mercado brasileiro de cosméticos passou para o primeiro lugar em protetores solares e manteve a liderança em coloração, condicionadores, permanentes/alisantes, sabonetes e cremes para o corpo.

O setor no Brasil faturou em 2011 R$ 29,4 bilhões em valores ex-factory (saídos de fábrica, livre de impostos sobre vendas), 7,9% a mais do que em 2010. Esses dados são do levantamento anual da Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal Perfumaria e Cosméticos (Abihpec), que mostraram que as subdivisões de produtos para cabelos (colorir/descolorir, condicionadores, fixadores/ modeladores, permanente/alisante, produtos para tratamento do cabelo e xampu) somam R$ 6,7 bilhões ex-factory, quase 22,8% do total do setor.

As fragrâncias, na segunda posição, movimentaram R$ 4,75 bilhões com participação de 16,2%. Já os descartáveis ocupam o terceiro lugar no share, com 11,9% de participação e faturamento de R$ 3,48 bilhões. Produtos para banho possuem fatia de 10,2% na composição, com R$ 3 bilhões gerados, ocupando o quarto lugar. Em quinta posição estão os produtos de cuidados para a pele, os quais movimentaram R$ 2,67 bilhões, respondendo por 9,1% do montante.A composição do faturamento segue com os desodorantes (9% de market share), higiene oral (8,1%), maquiagens (7,9%), bronzeadores/protetores solares (4,1%) e preparação para o barbear (0,7%).

Fonte: abre.org.br


2mai/120

A importância da embalagem no marketing do produto

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A embalagem é o principal elemento de conexão e de comunicação entre o consumidor, o produto e a marca. É um dos principais fatores que impulsionam a venda do produto. Se a embalagem não for condizente com o produto, não chamar a atenção de quem o compra, a chance do consumidor não perceber o produto é maior.

Entre os atributos mais facilmente perceptíveis gerados pelo design estão: praticidade, conveniência, facilidade de uso, conforto, segurança e proteção ao produto.

Além disso, o design agrega valor aos produtos ao adequá-los de forma eficiente às necessidades e expectativas do consumidor e definir seu posicionamento correto no mercado. Estes valores podem ser emocionais, mas geram reflexos práticos bastante objetivos como percepção de funcionalidade, identidade, personalidade e, principalmente, fidelidade à marca.

Fonte: o3design

12abr/120

Saviplast implanta Sala Limpa

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Recentemente a Saviplast montou em sua planta fabril, com sede em Caxias do Sul, um espaço reservado à produção de frascos para medicamentos, intitulado Sala Limpa. Com total isolamento do resto da produção, o ambiente controlado é utilizado para a manufatura de frascos de remédios conta-gotas, cápsulas e etc.

O lugar é totalmente esterilizado, sendo frequentado somente por profissionais treinados que manuseiam os frascos submetendo-os a métodos diferenciados de limpeza, que evitam qualquer tipo de contaminação. No espaço também permanece a parte asseada do

A conquista de um espaço reservado exclusivamente para a fabricação desse segmento se deu através da identificação de uma necessidade real de mercado, onde uma parcela significativa de laboratórios se sentia desamparada para aquisição das embalagens. Vislumbrando um potencial de expansão na sua linha de produtos, a empresa investiu pesado em tecnologia e conhecimento para a introdução do ambiente. equipamento de sopro, que periodicamente é passa pro uma ação de limpeza absoluta a fim de garantir a integridade de todo o processo.

Inserida nas normativas de qualidade e políticas de produção da ISO 9001:2008 e Boas praticas de fabricação, a Sala Limpa da Saviplast já faz parte do sistema de gestão integrada de qualidade no processo fabril, que contempla o monitoramento e qualificação de todos os frascos fabricados nas dependências da empresa. Esse processo de produção controlada é um importante passo da companhia que busca aumentar sua abrangência nacional, ofertando aos mais variados setores da indústria, embalagens de qualidade, resistência e durabilidade superiores.

23mar/120

Os 5’s na Saviplast

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Os princípios adotados pelo programa 5S tendem a liberar áreas, evitar desperdícios, melhorar relacionamentos, facilitar  as atividades e localização de recursos disponíveis. Assim, a doutrina pode ser ensinada, aperfeiçoada e praticada diariamente para o crescimento humano e profissional.

Na Saviplast os princípios foram adotados há mais de 10 anos. O sistema foi implementado para melhorar o relacionamento entre o meio e os profissionais que nele atuam, criando uma cultura enraizada de limpeza, organização e satisfação no trabalho.

Anualmente a empresa destina uma semana para a análise da planta fabril e do escritório, a fim de identificar todo material que já pode ser descartado, melhorando a limpeza e organização dos ambientes.

Para melhor conhecer os pontos de necessidade imediata, fotos dos locais de trabalho são tiradas e ponderadas. Fazendo esse reconhecimento torna-se mais ágil a organização, o descarte, a limpeza e a composição dos espaços individuais e coletivos. A padronização é fator importante para que todos consigam formar uma unidade, caminhando em direção ao mesmo sentido.

Para recompensar o empenho de todos, um evento é realizado ao final da semana, onde os profissionais participam e analisam as imagens de antes de depois dos ajustes.  Sugestões são recebidas, fatores de melhoramento são identificados e os resultados comemorados.

13mar/120

Embalagens ficam mais inteligentes

inteligente
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A principal função das embalagens é proteger os produtos. E o maior uso de tecnologia permite que elas desempenhem esse papel de forma ainda mais eficiente. As chamadas “embalagens inteligentes” já são usadas comercialmente no exterior. É o caso, principalmente, de embalagens que têm interação com alimentos, explica Aparecido Borghi, professor do núcleo de estudos de embalagem da ESPM, “Existem embalagens que podem prolongar a vida de frutas. Elas liberam um gás que, ao entrar em contato com a embalagem, produz uma reação que retarda o amadurecimento”.

O especialista observa que a tecnologia é cada vez mais usada em embalagens, mas ressalta que ela só faz sentido quando o consumidor percebe valor nela. “Muitas vezes fazemos uma inovação sensacional, mas o consumidor não percebe valor e, se ele não percebe, a chance de sucesso é menor”.  Segundo Borghi, embora o Brasil se equipare a qualquer centro desenvolvido em termos de embalagem, esses invólucros ainda não são populares no país devido, principalmente, a hábitos culturais de consumidores, que não estão dispostos a pagar mais por produtos com esse tipo de embalagem. “Ainda vivemos no país da fartura. É mais fácil comprar uma dúzia de bananas, comer uma e perder as outras do que pagar 40 centavos a mais para comprar uma dúzia de bananas com uma embalagem desse tipo. O consumidor vai questionar por que deve pagar mais caro”, avalia.

E o uso de embalagens inteligentes depende também do próprio amadurecimento do mercado. “As pessoas que estão entrando no mercado estão consumindo o básico e, se a empresa começar a suprir essa necessidade, já tem trabalho por bastante tempo. Ao mesmo tempo, em alguns nichos, algumas marcas já conseguem lançar alguma coisa mais sofisticada”, pondera. Ainda em laboratório, o professor conta que está em estudo um tipo de selo para uso em produtos sensíveis a variações de temperatura. “Quando ocorre uma variação acima do aceitável, o selo muda de cor e mostra que o produto saiu das condições ideais de acondicionamento”, conta Borghi.

O que deve ganhar cada vez mais adeptos é o uso de QR code, uma espécie de código impresso em embalagens que permite às marcas interagir com consumidores. É o caso, por exemplo, de embalagens promocionais desenvolvidas pela Danone para o carnaval. O consumidor devia baixar um aplicativo da Danone para seu smartphone e, quando apontasse o aparelho para a embalagem, veria um casal de mestre-sala e porta bandeira sambando.

Fonte: Brasil Econômico

6mar/120

Setor de embalagem pode crescer 1,6% em 2012, com receita de R$ 46 bi

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A produção da indústria de embalagem deverá crescer 1,6% em 2012, avanço semelhante ao registrado no ano passado, quando o setor obteve incremento na produção de 1,5%. É o que mostra projeção realizada pela Fundação Getulio Vargas (FGV) a pedido da Associação Brasileira de Embalagens (Abre).

O ano de 2011 foi marcado por queda de 2,67% na produção de plásticos, segmento que representa a maior parcela da produção em valor, movimentando R$ 16 bilhões, ou 38% dos R$ 42,1 bilhões que representam o valor bruto da produção realizada no ano passado – seguido por papelão ondulado (17%) e embalagens metálicas (16%).

Para o coordenador de análises econômicas do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da FGV, Salomão Quadros, isto se explica em parte pelas importações no setor de plásticos, que somaram US$ 447 milhões, ou 54% do valor das importações de embalagens no ano passado. “A maior causa foi a redução na demanda”, afirma. “Este segmento é largamente dependente do setor de alimentos, que em 2011 registrou queda na produção física de 0,19%.”

A queda conjuntural, porém, não expressa a evolução do setor nos últimos 26 anos. Desde que a FGV começou a realizar o levantamento, em 1985, os plásticos cresceram 9,47% em participação no valor da produção. O segundo maior crescimento é do papelão ondulado, que avançou 12% no período. Por outro lado, o papel teve queda de 8,27% e as embalagens metálicas perderam 5,49% de participação.

“Papel e vidro provavelmente perderam espaço para embalagens plásticas, o que se explica por custo, comodidade e mudanças nos hábitos de consumo”, diz. Segundo Quadros, quando a FGV começou esse trabalho, não existia lata de alumínio, mas mesmo com a introdução desse material, os metálicos caíram, “o que dá dimensão do tamanho das perdas em latas de ferro e aço.”

O aumento da participação dos plásticos, de acordo com o economista, é característico de sociedades que passam por aumento do consumo. “Pode haver variações ano a ano, mas na sua trajetória, o plástico ocupou determinados nichos que hoje pertencem a ele e isso não deve mudar no curto prazo”, afirma.

Perspectivas

A receita líquida de vendas em 2012 deverá atingir R$ 46 bilhões, numa alta de 5% sobre os R$ 43,7 bilhões gerados em 2011. Já o nível de emprego deve apresentar expansão moderada, de 3%, aproximando-se de 230 mil empregos com carteira assinada, ante 223 mil postos de trabalho registrados ao fim do ano passado.

“Esperamos uma recuperação do setor ao longo do ano, mas não será surpresa se houver uma pequena queda na produção no primeiro trimestre”, diz Quadros.

Para o economista, isso se explica por uma instabilidade no índice de confiança do consumidor, também calculado pela entidade, que sugere que não haverá aumento substancial da demanda neste início de ano.

A insegurança do consumidor final se reflete na percepção do setor, medida pela Sondagem da Indústria de Embalagem, que mostra um aprofundamento na percepção de queda da demanda, registrando 29 pontos percentuais negativos, ante 17 pontos negativos em julho de 2011. O nível de estoques mostra recuperação, mas segue negativo em 16 pontos percentuais. Já a utilização da capacidade instalada estava em 82,5% em janeiro, considerado baixa, mas justificada pela busca por ajuste de estoques.

“O cenário deve mudar de figura no segundo semestre, em resposta às medidas de estímulo à economia tomadas pelo governo,  que já estarão maduras – como a redução dos juros, a facilitação do crédito e incentivos fiscais aos setores industriais ”, acredita Quadros. “A economia reagirá e, com ela, o setor de embalagem”, diz.

Fonte: Thais Carrança - DCI

23fev/120

Cientista propõe verniz sustentável feito de garrafa PET

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As garrafas PET parecem ter ganhado mais uma opção de reutilização. No que depender do pesquisador da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Antonio Eduardo Ferreira Alves da Silva, esses resíduos serão transformados em verniz.

A proposta tem duplo benefício, pois impede que os resíduos sejam descartados e ainda substitui compostos derivados do petróleo que estão presentes na fabricação do verniz. Silva é químico e o experimento, que já foi patenteado, faz parte de sua pesquisa de mestrado. O trabalho também foi reconhecido pela Associação Brasileira da Indústria do PET, Abipet, que coroou o cientista como vencedor da última edição do prêmio de pesquisa.

Antes de investir tempo e conhecimento neste projeto, o cientista já carregava vasta experiência na área de produção de tintas industriais, conforme informado pela Folha de S. Paulo. “O trabalho é importante porque aproveita um material que seria descartado e poderia acabar jogado e qualquer outro jeito, prejudicando o ambiente”, informou Silva ao jornal.

Antes de se tornar verniz, as garrafas precisam ser trituradas, passam por um processo de degradação que altera o peso molecular e outras etapas que não foram detalhadas por Silva, mas que estão passando por aprimoramentos.Os resultados do experimento têm sido positivos e a aderência foi adequada em diferentes superfícies. Mesmo assim, o material ainda está restrito somente às pesquisas laboratoriais. “Para ser comercializado, é preciso resolver alguns problemas eventuais, como a formação de bolhas”, explicou o especialista.
Redação CicloVivo

13fev/120

Decoração inteligente = materiais reciclados

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Construiu uma nova casa ou está procurando casas para alugar? Pois então uma das primeiras providências que você deve tomar ao ocupar a sua casa nova é cuidar da decoração. É muito importante morar em um lugar que você goste, se sinta bem e, acima de tudo, realizado. Uma maneira muito legal de decorar a sua casa é reaproveitando materiais que seriam jogados no lixo. Assim você contribui com o meio ambiente e colabora para um mundo mais limpo. As ideias presentes aqui são inspiradoras e super fáceis de fazer. Com um pouco de força de vontade e algumas horas no final de semana você consegue decorar a sua casa nova de um jeito inovador.

A primeira ideia apresentada é um relógio feito utilizando tampinhas de garrafas pet. Essas garrafas, aliás, são matéria-prima para vários tipos de artesanato interessantes.
Outra solução bacana é você reaproveitar os rolos de papel higiênico. Essa é uma matéria-prima que todo mundo tem em casa e é fácil de ser usada. Veja como foram construídos quadros utilizando os rolos. E o resultado é muito bom! Já imaginou que uma coisa tão fácil de fazer poderia produzir um resultado tão legal?

O quarto é um espaço de cada um e organizar o seu fica fácil usando canos de PVC e formando um local para guardar os sapatos. Veja que simplicidade. Por fim, uma ideia que dá um resultado muito bonito: cortina com fundos de garrafas pet. Esse também é um material abundante que você tem em casa e pode aproveitar para fazer uma cortina despojada. Fica muito bonita e atual e certamente irá fazer o maior sucesso em sua casa. Porque não começar agora mesmo a decorar a sua casa com materiais reciclados? Mãos à obra.

Fonte: Site Reciclagemfacil

7fev/120

Caxias do Sul agora tem Ecoponto

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Localizado junto a Companhia de Desenvolvimento de Caxias do Sul (Codeca), o espaço pretende dar o encaminhamento correto aos objetos de grande volume descartados pela população. A entrega de eletrônicos, móveis, eletrodomésticos, equipamentos de informática e equipamentos de telefonia é voluntária e poderá ser realizada de segunda a sábado, das 6h30min às 18h30min.

Além disso, os objetos em condições de uso estarão à disposição da comunidade, assim além de preservar o meio ambiente e deixar a cidade visivelmente menos poluída, será possível garimpar objetos que poderão ser reaproveitados.Essa ação incorpora as prerrogativas da Política Nacional de Resíduos Sólidos, aprovada em agosto de 2010, que contém as diretrizes para a gestão, o gerenciamento e o manejo dos resíduos sólidos.

1fev/120

Artista francesa usa embalagens para fazer réplica de carros

plástico
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A artista parisiense Martine Camillieri encontrou na arte e no design uma maneira de minimizar a quantidade de resíduos existentes no planeta Terra. Desde 2008 ela trabalha criando brinquedos a partir de embalagens que seriam descartadas.

Nas mãos da francesa, recipientes como garrafas de detergente, amaciantes e diversos outros itens plásticos são totalmente transformados. As miniaturas de carros resultantes do trabalho são inspiradas em modelos de verdade, como por exemplo, táxis, ambulâncias, carrinhos de bagagem, entre outros.

Para a artista, esta é uma maneira de alertar a população sobre a quantidade de resíduos produzida diariamente e os impactos causados por conta do consumo excessivo e do baixo cuidado com o descarte adequado.A inspiração para as criações vem da própria cidade e da observação da vida cotidiana. É assim que Martine começa a imaginar as embalagens não somente como garrafas que já não são úteis, mas como peças de um lego, que necessita apenas de criatividade para tomar diferentes formas.

A comprovação disso pode ser vista nas fotografias divulgadas pela artista, que mostram as miniaturas em meio aos locais que seriam ocupados pelos objetos que lhe serviram de inspiração. Além dos carros, Martine também criou formas que lembram a Torre Eiffel, símbolo da capital francesa, e fotografou como se as criações estivessem ocupando da verdadeira torre. Enfeites e até mesmo roupas feitos com materiais reciclados estão na lista de criações da parisiense.
Fonte: Redação CicloVivo



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